Volta Redonda Notícias

Grávidas reclamam de falta de atendimento na Policlínica da Mulher – Risco de novas mortes de bebês.

Foi ontem o escândalo das mortes dos bebês no HSJB e ao que parece o atendimento precário ainda acontece.

Deem uma verificado no grupo do Facebook:

OS BEBÊS DO HOSPITAL SAO JOAO BATISTA PEDEM SOCORRO!

No grupo existem depoimentos de grávidas que estão novamente passando pelo mesmo problema que causou a morte dos bebês, atendimento precário, como falta de acompanhamento das gestantes pelo médicos. Em um caso, uma gestante de 31 semanas não consegue marcar seu pré-natal. Lamentável que mesmo após as mortes de bebês, a Secretaria de Saúde, bem como a administração do HSJB ainda permanecem com a mesma postura.

 

 

Vaga para Técnico de segurança do Trabalho – CBSI

A empresa CBSI situada em Volta Redonda município do Rio de Janeiro publicou vaga de trabalho para Técnico de segurança do trabalho para inicio imediato. A empresa busca técnico de segurança com registro profissional comprovado, e com habilidade para atuar em todas as fazes do processo industrial. A carreira do técnico de segurança está em alta devido as solicitações contratuais que requisita a presença deste profissional, com várias qualificações e experiencias para manter índice de incidentes e acidentes controlados.

Vaga: Técnico de segurança do Trabalho

  • Local: Volta Redonda
  • Requisitos: Curso Técnico de Segurança do Trabalho

Atividades

Indicar e especificar os equipamentos de segurança coletivos, individuais e  sua qualidade, acompanhando sua eficácia. Orientar as diversas áreas da empresa em assuntos de segurança e medicina do trabalho. Inspecionar, mapear e avaliar áreas de trabalho perigosas e insalubres. Relatar condições inseguras encontradas, propor soluções corretivas  ou preventivas

Decreto de Samuca indica falência de VR e  pode esconder ação ilegal para fechar contas – Diz Jornal

Em uma matéria do jornal Gazeta Sul, o jornal alerta sobre uma possível atitude irregular do prefeito Samuca Silva, vale a pena ler e tirar as próprias conclusões.

“O Diário Oficial do Município, em sua edição de 1º de Outubro, trouxe um decreto polêmico assinado pelo prefeito Elderson Ferreira, o Samuca Silva. O decreto prevê a antecipação do pagamento do IPTU das Indústrias previsto para o ano que vem. Samuca quer receber a bolada já no dia 20 de dezembro de 2018.

Segundo fontes da Secretaria Municipal de Fazenda, que recentemente sofreu alterações no primeiro escalão, o lance tem um objetivo: permitir que a CSN pague o IPTU de 2019 ainda no ano corrente e, assim, permitir que o prefeito feche as contas de 2018 da prefeitura.

Os contribuintes e as autoridades responsáveis por fiscalizar os atos do prefeito Samuca devem ficar atentos. A antecipação do pagamento do IPTU não tem nada de irregular, mas de forma alguma Samuca poderá usar estes recursos – que seriam creditados em 2019 – para pagar as contas em aberto de 2018.

Se fizer isso, Samuca estará incorrendo em diversas ilegalidades diante da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas também burla o decreto federal que dispõe sobre responsabilidade de prefeitos e vereadores, bem como infringindo a lei que determina crimes contra a Lei Orçamentária.

Segundo as mesmas fontes, a prefeitura de Volta Redonda está praticamente falida, após dois anos da atual gestão. Pior: a publicação do decreto deixou um clima de mal estar entre funcionários de carreira da secretaria, pois todos sabem que a medida pode se tornar uma bomba judiciária contra a prefeitura.

Medida idêntica foi tentada, por exemplo, por um prefeito do Rio Grande do Norte, mas acabou abortada depois que o Tribunal de Contas daquele estado foi alertado. O TCE-RN proibiu o pagamento das contas com recursos de receita antecipada. Por lá, o prefeito arrecadou antes, com desconto maior e não pode gastar como desejava.

Em Volta Redonda, coube a Gazeta Sul fazer o alerta.

O decreto de Samuca mostra que a situação das finanças é mesmo desesperadora. O prefeito prevê desconto de 18% caso as indústrias (leia-se CSN) paguem o IPTU de 2019 ainda em dezembro deste ano.

Caso Elderson tente pagar as contas de 2018 com recursos previstos apenas para 2019, ele pode sofrer processo por improbidade administrativa por parte do Poder Judiciário, sem que o caso precise passar pela Câmara de Vereadores.

De toda forma, o decreto aponta para um fato que a Gazeta Sul vem chamando atenção: a gastança desenfreada, a incapacidade de gerar receitas e a folha de pagamento inchada vão arrasar as contas de Volta Redonda ainda no curto prazo.

Se o alerta da Gazeta Sul não fosse verdade, qual então seria a razão da antecipação do pagamento do IPTU industrial?

Para o leitor pesquisar:

Qualquer leitor pode “dar um google” e pesquisar as leis que Elderson estaria descumprindo se as fontes da Fazenda estiverem corretas.

1 – Artigos 37 e 38 da Lei de Responsabilidade Fiscal

2 – Artigo 10, item 10 da Lei 1079/50

3 – Artigo 1º, item XXI do Decreto de Lei federal 201/67″

Decreto de Samuca indica falência de VR e pode esconder ação ilegal para fechar contasO Diário Oficial do Município,…

Posted by Gazeta Sul on Friday, October 19, 2018

Busca por R$ 25 mil de malote apreendido mobilizou batalhão em Volta Redonda

Uma matéria que saiu no site eurio.com.br mostra a investigação do MP e alguns depoimentos a respeito da operação que prendeu 32 policias do 28ºBPM.

“A investigação do Ministério Público Estadual que resultou nesta semana na prisão de 32 PMs do 28º BPM (Volta Redonda, no Sul Fluminense) suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas revelou que os policiais corruptos chegaram a capturar um homem que ia entregar um malote de R$ 25 mil na Caixa Econômica Federal e que todo o batalhão ficou de olho no dinheiro:

“O batalhão inteiro estava querendo e que terceiros (alguns policiais) não queriam dividir com ninguém”, diz trecho da denúncia, que diz que até coronel estava de olho no dinheiro.

Interceptações telefônicas mencionadas no documento elaborado pelo MP mostram diversas situações como os PMs se corrompiam.

Um traficante de vulgo Cauã diz em uma conversa interceptada que foi preso e que convenceu os PMs a aceitarem R$ 3 mil para soltar ele e outros dois menores que também haviam sido detidos. Os policiais chegaram a soltá-lo para que pudesse conseguir o dinheiro.

Um outro traficante, chamado de Jonatan, fala em uma interceptação que foi abordado e algemado por policiais após estes encontrarem drogas e que pediram R$ 5 mil para liberá-lo. O traficante Daniel Babão, que era gerente dos bairros Belmonte e Siderlândia disse que não ia pagar nada pelo comparsa mas acabou concordando.

Os PMs capturaram um traficante conhecido pelo vulgo de Nenzão com uma carga de drogas e pediram R$ 5 mil para liberá-lo. Depois, baixaram para R$ 2 mil. Os criminosos inicialmente deram R$ 500 e que depois pagariam mais R$ 1.500. Os policiais aceitaram e devolveram o entorpecente apreendido para que os bandidos comercializassem e conseguissem o dinheiro restante para a entrega em 15 dias.

“A ganância dos integrantes da quadrilha era tão grande que houve episódios em que alguns dos denunciados detiveram traficantes em flagrante delito na posse de drogas, e ajustaram o pagamento parcelado de propinas para sua liberação. Nestas ocasiões, parte do valor ajustado era quitada à vista, ao que sucedia a devolução dos entorpecentes pelos policiais aos detidos para sua revenda e, com o produto desta mercancia, tornar viável a quitação do saldo remanescente das respectivas propinas”, transcreve trecho da denúncia.

Os policiais envolvidos na corrupção faziam a contabilidade da propina e repassavam entre eles os valores referentes a cada um. Em uma conversa gravada, um PM cita que possuía R$ 940 que “vieram dos moleques lá de cima” e teria mais a receber. Ele fala que tem que dar R$ 70 para um e R$ 70 para outro. O dinheiro, segundo fala o policial, vinha em bolinhos de R$ 100.

Em uma outra conversa interceptada, um policial fala com um traficante sobre a perda de uma carga de entorpecente e que o bandido oferecia R$ 1.000 para recuperá-la.

Em mais uma negociação, há o questionamento por parte de um PM de quanto vão pedir por quinzena, se vai ser “um e meio (R$ 1.500)”. O policial diz que tem que ser mal e terá que se impôr porque chega a ser humilhante ser R$ 100 para cada um.

Na denúncia, há uma passagem que cita uma conversa entre dois PMs que falam que um traficante conhecido como Mineiro daria R$ 1.200 por semana e que depois diminuiu o valor para R$ 500. Um dos policiais chega a dizer que receberia R$ 4.800 por mês e que ganharia mais que um capitão.Em um dado momento, falam sobre uma menina que distribuía o dinheiro e que foi detida em um morro e os policiais ameaçaram “arrancar a cabeça dela” porém só cortaram um pedaço de cabelo.

Na mesma conversa, um policial pergunta a outro quanto o traficante de vulgo Zé pagaria por semana e o segundo responde R$ 1.000.

Em outra interceptação, um policial militar que havia acertado o recebimento de propina no dia anterior retorna a uma comunidade para receber o dinheiro que foi prometido. O traficante diz que vai entregar R$ 200 dos R$ 300 prometidos já que os R$ 100 que faltavam seriam repassados por outro criminoso,

Os PMs citados também cobravam propina de um prostíbulo. Há uma conversa em que um policial fala que uma viatura precisa seguir na beira da pista para pegar o “arrego do “puteiro”. Os suspeitos dão a entender também em uma escuta que pediam propina para ferro-velhos.

“Antigamente, sufocava ferro velho e loja de sucata. Hoje em dia ninguém arrocha nada. Eram 30 contos e 10 ferro-velhos dava 300 contos todo serviço”, diz o trecho da conversa.

Na denúncia, tem uma citação sobre a prisão de um traficante chamado de Gustavo. Os PMs ameaçam dar “porrada” nele e até matá-lo se não disser onde teria escondido uma carga de maconha.

Os policiais corruptos chegaram a se desentender sobre o recebimento da propina. Há uma conversa sobre uma possível quebra do arrego em que um PM diz querer fazer a ocorrência policial enquanto os outros “não iriam correr”. Os PMs  se aproveitariam de um possível acordo ilegal que haviam estabelecido, para se aproximar dos traficantes sem que estes fugissem, e, então, “quebrariam” este acordo prendendo-os.

“Diante das provas produzidas tornou-se claro que os policiais denunciados efetivamente se associaram para os fins indicados, qual seja, permitir o livre comércio de drogas em Volta Redonda, sobretudo pela célula do Comando Vermelho em troca de pagamentos indevidos em dinheiro que eram realizados periodicamente. Os acusados receberam milhares de reais em propinas”.

Por conta do recebimento de propinas, alguns policiais militares envolvidos, segundo a Polícia Federal, passaram a ostentar um patrimônio incompatível com seus rendimentos.”

Reprodução: https://eurio.com.br/noticia/2948/busca-por-rs-25-mil-de-malote-apreendido-mobilizou.html