Volta Redonda Notícias

Coronavírus: Produção de veículos no Brasil pode parar agora em março

A Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, anunciou nesta sexta (06) que a produção de veículos pode parar no Brasil agora no mês março. Conforme informou a Folha de S.Paulo, a paralisação iminente será causada pelo avanço do novo coronavírus (COVID-19).

Em poucos dias, as montadoras podem ficar sem peças, que são importadas da China. A associação explica que, quando há autopeças, não há navios disponíveis para o envio (ou o inverso). Por enquanto, o setor não anunciou oficialmente falta das peças no Brasil, porém eles estão estudando uma alternativa para a situação, que pode mudar em alguns dias. Uma das opções, por exemplo, é fazer a importação por avião.

A situação é ruim até mesmo para empresas que compram de países que não estão com o surto de coronavírus, isso porque alguns componentes dessas peças estão na China.

Por outro lado, a Anfavea está esperando um posicionamento do Governo brasileiro. “O Brasil, pelo que sabemos, ainda não tem nenhuma medida, a não ser um indicativo de redução na taxa Selic”, disse Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea. “É uma reflexão que a Anfavea está fazendo, sabemos das limitações. Mas tem um problema que precisamos enfrentar. Vamos deixar a bicicleta parar ou iremos mantê-la em movimento?”, ponderou.

Além disso, outra preocupação do setor são as variações do dólar. Para a Anfavea, a situação está acima do normal. De acordo com os cálculos da Associação, se a moeda americana seguir variando na casa dos R$ 4,60, o custo de importação em 2020 será de R$ 21 bilhões (contra US$ 13 bilhões no ano passado).

Com relação ao PIB (Produto Interno Bruto), Luiz Carlos Moraes disse que o resultado não foi uma surpresa (cresceu apenas 1,1%). Segundo o executivo, o país precisa fazer “menos barulho e mais atenção na questão do crescimento”.

[Fonte: Folha de S.Paulo]


Jovem é estuprada na CSN e ainda é demitida

Uma jovem de 21 anos, foi vítima de estupro dentro de seu local de trabalho, na Companhia Siderúrgica Nacional(CSN), pelo seu superior hierárquico, que foi preso em flagrante no dia do crime.

Após voltar de licença médica devido ao estupro a empresa demitiu a jovem. Segundo a CSN, a vítima foi desligada da companhia porque seu contrato como jovem aprendiz, que era temporário, chegou ao fim. A família da jovem, por sua vez, diz que sem o plano de saúde da empresa não conseguirá arcar com os custos do acompanhamento médico que ela vem fazendo.

“Ela está sendo tratada por psicólogo e psiquiatra. Sem o benefício, a família não terá condições de dar prosseguimento ao tratamento, que é caro. Mas ela ainda precisa muito”, diz uma amiga, que pediu para não ser identificada.

O crime que ocorreu no dia 24 de outubro de 2019 e a vítima procurou a DEAM relatando ter sido estuprada por seu superior dentro de um galpão da usina. Os policiais compareceram ao local, recolheram provas e prenderam o acusado.

Segundo informações a vítima vinha sendo assediada nas dependências da empresa antes de cometer a prática do estupro.

Segundo a Polícia Civil, o local do crime é um galpão que funciona como almoxarifado, e fica vazio. O registro informa que a vítima foi levada pelo supervisor hierárquico até o espaço, onde houve a relação sexual não consentida. A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito que, segundo a polícia, comprovou as lesões sofridas.

O acusado, de 38 anos, continua preso. Já a CSN disse que o contrato da jovem terminou em novembro. E que, após o término do afastamento determinado pelo INSS, em 28 de fevereiro, ela foi comunicada sobre o término do contrato. A empresa, porém, não respondeu se irá prestar assistência à vítima.

As informações são do jornal O DIA.

Paulinho do Raio-X é preso em flagrante por receber propina para evitar impeachment de Samuca Silva

Foi preso neste sábado(07), o vereador Paulinho do Raio-X no exato momento em que recebia o montante de R$ 325 mil que seria supostamente para evitar o impeachment do prefeito Samuca Silva. Segundo informações do jornal A VOZ DA CIDADE, Paulinho foi preso por agentes da Secretaria de Estado da Polícia Civil(SEPOL), através da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro(CIAF) e do Ministério Público Estadual(MP-RJ).

A denúncia apurada pelo CIAF e GAOCRIM dava conta de que três vereadores teriam cobrado um alto valor para desestimular o impeachment do prefeito Samuca Silva, que gravou o pedido do valor através de meios próprios.

Foram coletadas provas como anotações dos valores realizadas pelo vereador e as gravações feitas pelo prefeito Samuca Silva.

O vereador Paulinho do Raio-X foi autuado em flagrante pelos crimes de corrupção passiva e adulteração de veículo automotor.

As informações aqui contidas foram publicadas originalmente pelo jornal A VOZ DA CIDADE.

A “farra” dos cargos em Volta Redonda

Em 2019, a Câmara Municipal de Volta Redonda, através de seus vereadores, aprovou a criação de 750 cargos comissionados para substituir os 3500 cargos em RPA( Recibo de Pagamento a Autônomo).

Ocorre, que a Prefeitura Municipal de Volta Redonda, recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho(TRT), para manter os mais de 3000 cargos em RPA até dezembro de 2020, contrariando o motivação da criação dos 750 cargos comissionados, inflando absurdamente a folha de pagamentos do município e criando uma espécie de “curral eleitoral”, ou seja, esses funcionários ficam de certa forma “comprados” para agirem de acordo com que o prefeito determina ao invés de trabalharem para o bem da cidade do aço. Tal atitude foi vista no dia da votação do processo de abertura de investigação do prefeito, onde centenas de funcionários de cargos comissionados e RPA´s compareceram à Camara Municipal de Volta Redonda para pressionarem os vereadores que desejavam abrir o processo investigativo que poderia causar a cassação do prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva.

O que motivou a Câmara de Vereadores de Volta Redonda para aprovar a criação dos cargos comissionados seria o fim do RPA através de uma decisão judicial, já que não possui vínculo empregatício e tampouco direitos trabalhistas.

O vereador Dinho, criou um projeto de lei e já protocolou na câmara, onde deverá ser votado em breve, revogando a lei que criou os 750 cargos comissionados, segundo o vereador, a finalidade da nova lei é a economia para o município. “- Nós não podemos continuar em Volta Redonda com um monte de gente contratada pelo RPA que foi prorrogado pela Justiça do Trabalho e ainda continuar com 750 cargos comissionados à disposição do chefe do poder executivo para que ele possa fazer o que bem entender” informou o vereador.

Em 22 de agosto de 2019, o jornal Diário do Vale, publicou uma matéria intitulada: “Volta Redonda vai terminar com RPA até final de outubro” onde o próprio prefeito, em contradição ao que ocorre agora, disse que: – Precisamos acabar com essas contratações, que são irregulares. Lembro que o RPA por muito tempo foi usado como prática de indicações políticas sem critérios. A grande maioria, entretanto, são profissionais competentes que estão há anos trabalhando sem direito trabalhista. Isso tem que acabar. Essa é a mudança que a sociedade queria. Esses três mil cargos eram de livre nomeação, tem servidores há 20 anos recebendo por RPA sem qualquer direito trabalhista. Por isso, vamos terminar com essa distorção e transformar três mil cargos em 750, mas esses com direitos trabalhistas. Os demais serão substituídos por concursados.Além disso, vamos economizar mais de R$ 6 milhões com esses cargos de livre nomeação – destacou o prefeito.

Então, por qual motivo a prefeitura recorreu à justiça para a manutenção dos cargos?

Polícia Federal deflagra mais uma etapa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro

A Polícia Federal deflagrou, nesta manhã (05/03), mais uma etapa da Operação Lava Jato.
A ação visa o cumprimento de nove Mandados de Prisão (sendo seis prisões preventivas e três prisões temporárias) e 32 de Mandados de Busca e Apreensão na cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense.

Estão sendo investigadas pessoas físicas e jurídicas que participaram de uma rede de pagamentos de propina relacionada às atividades da SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária).

Tal rede seria organizada por empresários e agentes públicos com apoio de dois escritórios de advocacia. Entre os agentes públicos envolvidos há um ex procurador de justiça, e o esquema beneficiaria integrantes do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro.

O dinheiro recebido por meio desse esquema de corrupção estaria sendo dissimulado através do uso de pessoas jurídicas, laranjas e familiares dos envolvidos.